sexta-feira, 19 de maio de 2017

CHEMANE DESAFIA INSTITUIÇÕES DO ENSINO SUPERIOR A APOSTAR NA REDE MORE NET

Para o acesso livre ao conhecimento

Por: Joaquina Mondlane




O professor Doutor Engenheiro, Lourino Chemane, desafiou, durante a semana da comunicação da Escola Superior de Jornalismo, as instituições do Ensino Superior moçambicanas a apostarem na rede moro net para garantir acesso livre ao conhecimento.
Segundo chemane, África não possui uma rede própria de comunicação que liga os países do continente à semelhança da  América Latina, do Norte e do Sul e Ásia. A fonte aponta como uma das dificuldades a Europa para o estabelecimento da rede a divisão geográfica do continente.

O orador avança entretanto que o governo de Moçambique já tem em vista projetos sobre política e estratégia de informação para facilitar a comunicação entre os membros de instituições acadêmicas do país.

Lourino Chemane, esclareceu que os países que fazem parte da moro net são: a África do Sul, Moçambique, Zâmbia, Tanzânia, Uganda, Quênia e Ruanda, facilitando deste modo o nosso país a comunicação e troca de informação e acesso a comunicação.

A rede moro net tem por objetivo integrar as instituições do ensino superior numa rede de comunicação de dados de alta velocidade, disponibilizando serviços de qualidade e com sustentabilidade econômica tecnológica e institucional, como forma de constituir um parceiro fundamental para o desenvolvimento da comunidade Acadêmica em Moçambique.
Moro net é a rede de comunicação de dados que interliga instituições de Ensino Superior e de Investigação, ela está ligada ao GABO NET. Serve como plataforma tecnológica para apoiar a materialização da estratégia na área do Ensino Superior, ensino Técnico Profissional e na área de ciência e Tecnologia interligando as Instituições de Investigação.
Por seu turno, Ilídio Lobato, outro orador nesta semana da comunicação, que falou sobre livre acesso à informação científica, anotou que este é um desafio trazido pela tecnologia de informação e comunicação sobre tudo a Internet, sendo ela o espaço mais democratizado que existe e o ponto mais alto da democratização do acesso a informação.
Lobato vai longe ao afirmar que o conhecimento científico está a venda, a partir do momento em que utilizador cede a um documento e para obter uma informação cabavél deve pagar 20 a 30 dólares pelo artigo.

Para Lobato, não existe dinheiro que pague um pesquisador, sendo o reconhecimento e o prestígio perante a mesma sociedade, suficientes para o seu vencimento.

Declarações feitas na semana da comunicação da Escola Superior de Jornalismo que decorreu sob o lema:’’ Informação e Comunicação como Mecanismo de Partilha e Conhecimento.
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1 comentário:

  1. Estas de Parabéns, gostei do Artigo é de interesse publico e não só também para todos os Jornalistas. Continue assim.

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