Para o acesso livre ao
conhecimento
O professor Doutor Engenheiro,
Lourino Chemane, desafiou, durante a semana da comunicação da Escola Superior
de Jornalismo, as instituições do Ensino Superior moçambicanas a apostarem na
rede moro net para garantir acesso livre ao conhecimento.
Segundo
chemane, África não possui uma rede própria de comunicação que liga os países
do continente à semelhança da América
Latina, do Norte e do Sul e Ásia. A fonte aponta como uma das dificuldades a
Europa para o estabelecimento da rede a divisão geográfica do continente.
O
orador avança entretanto que o governo de Moçambique já tem em vista projetos
sobre política e estratégia de informação para facilitar a comunicação entre os
membros de instituições acadêmicas do país.
Lourino
Chemane, esclareceu que os países que fazem parte da moro net são: a África do
Sul, Moçambique, Zâmbia, Tanzânia, Uganda, Quênia e Ruanda, facilitando deste
modo o nosso país a comunicação e troca de informação e acesso a comunicação.
A
rede moro net tem por objetivo integrar as instituições do ensino superior numa
rede de comunicação de dados de alta velocidade, disponibilizando serviços de
qualidade e com sustentabilidade econômica tecnológica e institucional, como
forma de constituir um parceiro fundamental para o desenvolvimento da
comunidade Acadêmica em Moçambique.
Moro net é a rede de comunicação de dados que interliga instituições de Ensino Superior
e de Investigação, ela está ligada ao GABO NET. Serve como plataforma
tecnológica para apoiar a materialização da estratégia na área do Ensino
Superior, ensino Técnico Profissional e na área de ciência e Tecnologia
interligando as Instituições de Investigação.
Por
seu turno, Ilídio Lobato, outro orador nesta semana da comunicação, que falou
sobre livre acesso à informação científica, anotou que este é um desafio
trazido pela tecnologia de informação e comunicação sobre tudo a Internet,
sendo ela o espaço mais democratizado que existe e o ponto mais alto da
democratização do acesso a informação.
Lobato
vai longe ao afirmar que o conhecimento científico está a venda, a partir do
momento em que utilizador cede a um documento e para obter uma informação
cabavél deve pagar 20 a 30 dólares pelo artigo.
Para
Lobato, não existe dinheiro que pague um pesquisador, sendo o reconhecimento e
o prestígio perante a mesma sociedade, suficientes para o seu vencimento.
Declarações
feitas na semana da comunicação da Escola Superior de Jornalismo que decorreu
sob o lema:’’ Informação e Comunicação como Mecanismo de Partilha e
Conhecimento.

Estas de Parabéns, gostei do Artigo é de interesse publico e não só também para todos os Jornalistas. Continue assim.
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